Que a intercessão do glorioso mártir Santo Expedito nos recomende.
Ó meu Deus, junto à vossa bondade, a fim de que , com sua proteção
obtenhamos o que os
nossos próprios méritos são impotentes para alcançarmos.
Assim seja.
Nós Vos suplicamos, Senhor, que nos inspires, com Vossa graça, todos os
nossos pensamentos e ações, para que eles encontrem em Vós, seu princípio
e sejam por intercessão de Santo Expedito levados com coragem, fidelidade
e prontidão em tempo próprio e favorável, a bom e feliz fim.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo,
Assim seja.
Súplica
- Santo Expedito! Honrados pelo reconhecimento daqueles que vos invocarem
à última hora e para negócios urgentes, nós vos suplicamos que nos obtenha da bondade misericordiosa de Deus, por intercessão de Maria Imaculada
(hoje ou em tal dia), a graça de que , com toda a submissão, solicitamos da
vontade divina.
1. Pai nosso,
1. Ave Maria,
1. Glória ao Pai.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Oração a Santo Expedito
Posted by
Lidia Machado Pereira
at
08:27:00
0
comments
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Lar Desfeito
"José e Maria estavam casados há 20 anos e eram
muito felizes um com o outro. Tão felizes que
um dia, na mesa, a filha mais velha reclamou :
- Vocês nunca brigam?
José e Maria se entreolharam. José respondeu :
- Não minha filha. Sua mãe e eu não brigamos.
- Nunca brigaram ? - quiz saber Vítor, o filho
do meio.
- Claro que já brigamos. Mas sempre fizemos as pazes.
- Na verdade, brigas, mesmo, nunca tivemos. Desentendimento,
como todo mundo. Mas sempre nos demos muito bem ...
- Coisa mais chata - disse Venancinho, o menor."
Luís Fernando Veríssimo.
( Lar desfeito)
muito felizes um com o outro. Tão felizes que
um dia, na mesa, a filha mais velha reclamou :
- Vocês nunca brigam?
José e Maria se entreolharam. José respondeu :
- Não minha filha. Sua mãe e eu não brigamos.
- Nunca brigaram ? - quiz saber Vítor, o filho
do meio.
- Claro que já brigamos. Mas sempre fizemos as pazes.
- Na verdade, brigas, mesmo, nunca tivemos. Desentendimento,
como todo mundo. Mas sempre nos demos muito bem ...
- Coisa mais chata - disse Venancinho, o menor."
Luís Fernando Veríssimo.
( Lar desfeito)
Posted by
Lidia Machado Pereira
at
14:56:00
0
comments
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 27 de abril de 2008
Pensamento de uma Criança Africana
Pensamento surpreendente!
Quando eu nasci, era Preto;
Quando eu cresci, era Preto;
Quando pego sol, fico Preto
Quando sinto frio, continuo Preto
Quando estou assustado, também fico preto
Quando estou doente, Preto.
E quando eu morrer, continuarei Preto!
E você,cara Branco,
Quando nasce você é Rosa.
Quando cresce você é Branco
Quando você pega sol, fica Vermelho;
Quando sente frio, você fica Roxo;
Quando você se assusta fica Amarelo;
Quando você está doente, fica Verde;
Quando você morrer, você ficará cinzento
E você vem me chamar de Homem de Cor???
Quando eu nasci, era Preto;
Quando eu cresci, era Preto;
Quando pego sol, fico Preto
Quando sinto frio, continuo Preto
Quando estou assustado, também fico preto
Quando estou doente, Preto.
E quando eu morrer, continuarei Preto!
E você,cara Branco,
Quando nasce você é Rosa.
Quando cresce você é Branco
Quando você pega sol, fica Vermelho;
Quando sente frio, você fica Roxo;
Quando você se assusta fica Amarelo;
Quando você está doente, fica Verde;
Quando você morrer, você ficará cinzento
E você vem me chamar de Homem de Cor???
Posted by
Lidia Machado Pereira
at
16:47:00
0
comments
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 26 de abril de 2008
Aventura
Minhas intuições se tornam mais claras ao esforço de transpô-las
em palavras. É neste sentido,pois, que escrever me é uma necessidade.
De um lado , porque escrever é um modo de não mentir o sentimento
(a transfiguração involuntária da imaginação é apenas um modo de chegar): do outro
lado ,escrevo pela incapacidade de entender , sem ser através do processo de escrever .
Se tomo um ar hermético , é que não só o principal é não mentir o sentimento como porque tenho incapacidade de transpô-lo de um modo claro sem que o minta - mentir o pensamento seria tirar a única alegria de escrever. Assim, tantas vezes tomo
um ar involuntariamente hermêtico, o que acho bem chato nos outros. Depois
da coisa escrita , eu poderia friamente torná-la mais clara? Mas é que sou obstinada. E por outro lado, respeito uma certa clareza peculiar ao mistério natural, não substituível por clareza outra nenhuma . E também porque acredito que a coisa se esclarece sozinha com o tempo:
assim como num copo d'agua , uma vez depositado no fundo o que quer que seja , a água fica clara. Se jamais a água ficar limpa , pior para mim. Aceito o risco . Aceitei risco bem maior,
como todo mundo que vive.
E se aceito o risco não é por liberdade arbitrária ou inconsciência
ou arrogância :
a cada dia que acordo, por hábito até, aceito o risco. Sempre tive um profundo senso de
aventura , e a palavra profundo está aí querendo dizer inerente . Esse senso de aventura
é o que me dá o que tenho de aproximação mais isenta e real em relação a viver e,
de cambulhada , a escrever.
(Jornal do Brasil- 4.10.1969 )
Clarisse Lispector
em palavras. É neste sentido,pois, que escrever me é uma necessidade.
De um lado , porque escrever é um modo de não mentir o sentimento
(a transfiguração involuntária da imaginação é apenas um modo de chegar): do outro
lado ,escrevo pela incapacidade de entender , sem ser através do processo de escrever .
Se tomo um ar hermético , é que não só o principal é não mentir o sentimento como porque tenho incapacidade de transpô-lo de um modo claro sem que o minta - mentir o pensamento seria tirar a única alegria de escrever. Assim, tantas vezes tomo
um ar involuntariamente hermêtico, o que acho bem chato nos outros. Depois
da coisa escrita , eu poderia friamente torná-la mais clara? Mas é que sou obstinada. E por outro lado, respeito uma certa clareza peculiar ao mistério natural, não substituível por clareza outra nenhuma . E também porque acredito que a coisa se esclarece sozinha com o tempo:
assim como num copo d'agua , uma vez depositado no fundo o que quer que seja , a água fica clara. Se jamais a água ficar limpa , pior para mim. Aceito o risco . Aceitei risco bem maior,
como todo mundo que vive.
E se aceito o risco não é por liberdade arbitrária ou inconsciência
ou arrogância :
a cada dia que acordo, por hábito até, aceito o risco. Sempre tive um profundo senso de
aventura , e a palavra profundo está aí querendo dizer inerente . Esse senso de aventura
é o que me dá o que tenho de aproximação mais isenta e real em relação a viver e,
de cambulhada , a escrever.
(Jornal do Brasil- 4.10.1969 )
Clarisse Lispector
Posted by
Lidia Machado Pereira
at
19:17:00
0
comments
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Panquecas de Espinafre
Ingredientes:
Massa:
1 xícara de chá de espinafre aferventado e espremido ,
(cerca de 200 gramas.)
2 ovos
1 pitada de sal
2 xícaras de chá de leite
4 colheres de sopa de óleo
1 xícara de chá de farinha de trigo.
Recheio:
1 dente de alho amassado
1 cebola pequena batidinha
2 colheres de sopa de óleo
1/2 kg de carne moída
3 tomates sem pele e sem sementes,picados
1/2 xícara de azeitonas picadas
2 colheres de sopa de salsa picada
pimenta de reino a gosto.
Modo de Fazer:
Massa - Bata no liquidificador todos os ingredientes.(espinafre,ovos,sal,
leite,
óleo,e a farinha ).
Numa frigideira,levemente untada ,coloque uma concha de massa, gire para cobrir
todo o fundo e deixe dourar.
Vire para o outro lado.
Repita a operação até terminar a massa.
Recheio:
Doure o alho e a cebola no óleo,junte a carne e refogue.
Acrescente os demais ingredientes,reserve.
Recheie as panquecas, enrole no formato de panquecas.
Molho:
1 lata de milho verde
2 1/2 xícaras de chá de leite
3 colheres de sopa de maizena
sal a gosto
1 colher de sopa de manteiga ou margarina.
Bata no liquidificador por cerca de uns 4 minutos , 1 lata de milho verde,
2 xícaras e meio de leite, junte as 3 colheres de sopa de maizena, sal,
(1) uma colher de sopa de manteiga ou margarina,reserve.
Doure o alho socado na manteiga, Junte a mistura reservada e leve ao fogo,
mexendo até engrossar.
Num refratário (pirex) coloque as panquecas ,cubra -as com o molho,
leve ao forno por cerca de 15 minutos.
Sirva quentinho!
Hummmmmmmm!
Massa:
1 xícara de chá de espinafre aferventado e espremido ,
(cerca de 200 gramas.)
2 ovos
1 pitada de sal
2 xícaras de chá de leite
4 colheres de sopa de óleo
1 xícara de chá de farinha de trigo.
Recheio:
1 dente de alho amassado
1 cebola pequena batidinha
2 colheres de sopa de óleo
1/2 kg de carne moída
3 tomates sem pele e sem sementes,picados
1/2 xícara de azeitonas picadas
2 colheres de sopa de salsa picada
pimenta de reino a gosto.
Modo de Fazer:
Massa - Bata no liquidificador todos os ingredientes.(espinafre,ovos,sal,
leite,
óleo,e a farinha ).
Numa frigideira,levemente untada ,coloque uma concha de massa, gire para cobrir
todo o fundo e deixe dourar.
Vire para o outro lado.
Repita a operação até terminar a massa.
Recheio:
Doure o alho e a cebola no óleo,junte a carne e refogue.
Acrescente os demais ingredientes,reserve.
Recheie as panquecas, enrole no formato de panquecas.
Molho:
1 lata de milho verde
2 1/2 xícaras de chá de leite
3 colheres de sopa de maizena
sal a gosto
1 colher de sopa de manteiga ou margarina.
Bata no liquidificador por cerca de uns 4 minutos , 1 lata de milho verde,
2 xícaras e meio de leite, junte as 3 colheres de sopa de maizena, sal,
(1) uma colher de sopa de manteiga ou margarina,reserve.
Doure o alho socado na manteiga, Junte a mistura reservada e leve ao fogo,
mexendo até engrossar.
Num refratário (pirex) coloque as panquecas ,cubra -as com o molho,
leve ao forno por cerca de 15 minutos.
Sirva quentinho!
Hummmmmmmm!
Posted by
Lidia Machado Pereira
at
09:14:00
0
comments
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 22 de abril de 2008
Acorrentados
Quem coleciona selos para o filho do amigo?
Quem acorda de madrugada e estremece no desgosto de si mesmo ao lembrar que há muitos
anos feriu a quem amava,
Quem chora no cinema ao ver o reencontro de pai e filho,
Quem segura sem temor uma lagartixa e lhe faz com os dedos uma carícia,
Quem se detém no caminho para ver melhor a flor silvestre,
Quem se ri das próprias rugas,
Que decide aplicar-se ao estudo de uma língua morta depois de um fracasso sentimental,
Quem procura na cidade os traços da cidade que passou,
Quem se deixa tocar pelo símbolo da porta fechada,
Quem costura roupas para os lázaros,
Quem envia bonecas as filhas dos lázaros,
Quem diz a uma visita pouco familiar: Meu pai só gostava desta cadeira,
Quem manda livros aos presidiários,
Quem se comove ao ver passar de cabeça branca aquele ou aquela mestra, que foi a fera do Colégio,
Quem escolhe na venda verduras frescas para o canário,
Quem se lembra todos os dias do amigo morto,
Quem jamais negligência os ritos da amizade,
Quem guarda, se lhe derem de presente, o isqueiro que não mais funciona,
Quem, não tendo o hábito de beber, liga o telefone internacional no segundo uísque
a fim de conversar com um amigo,
Quem coleciona pedras, garrafas, e galhos ressequidos,
Quem passa mais de dez minutos a fazer mágicas para as crianças,
Quem quarda as cartas de noivado com um laço de fita ,,
Quem sabe construir uma boa fogueira,
Quem entra em delicado transe diante dos velhos troncos, dos musgos e dos líquens,
Quem procura decifrar no desenho da madeira o hieroglífo da existência,
Quem não se acanha ao achar o pôr-do-sol uma perfeição,
Quem se desata em sorriso a visão de uma cascata,
Quem leva a sério os transatlânticos que passam,
Quem visita sozinho os lugares onde já foi feliz ou infeliz,
Quem de repente liberta os pássaros do viveiro,
Quem sente pena da pessoa amada e não sabe explicar o motivo,
Quem julga adivinhar os pensamentos do cavalo,
" Todos eles são presidiários da ternura e andarão por toda a parte acorrentados, atados aos pequenos amores da armadilha terrestre."
Autor:
Paulo Mendes Campos
Quem acorda de madrugada e estremece no desgosto de si mesmo ao lembrar que há muitos
anos feriu a quem amava,
Quem chora no cinema ao ver o reencontro de pai e filho,
Quem segura sem temor uma lagartixa e lhe faz com os dedos uma carícia,
Quem se detém no caminho para ver melhor a flor silvestre,
Quem se ri das próprias rugas,
Que decide aplicar-se ao estudo de uma língua morta depois de um fracasso sentimental,
Quem procura na cidade os traços da cidade que passou,
Quem se deixa tocar pelo símbolo da porta fechada,
Quem costura roupas para os lázaros,
Quem envia bonecas as filhas dos lázaros,
Quem diz a uma visita pouco familiar: Meu pai só gostava desta cadeira,
Quem manda livros aos presidiários,
Quem se comove ao ver passar de cabeça branca aquele ou aquela mestra, que foi a fera do Colégio,
Quem escolhe na venda verduras frescas para o canário,
Quem se lembra todos os dias do amigo morto,
Quem jamais negligência os ritos da amizade,
Quem guarda, se lhe derem de presente, o isqueiro que não mais funciona,
Quem, não tendo o hábito de beber, liga o telefone internacional no segundo uísque
a fim de conversar com um amigo,
Quem coleciona pedras, garrafas, e galhos ressequidos,
Quem passa mais de dez minutos a fazer mágicas para as crianças,
Quem quarda as cartas de noivado com um laço de fita ,,
Quem sabe construir uma boa fogueira,
Quem entra em delicado transe diante dos velhos troncos, dos musgos e dos líquens,
Quem procura decifrar no desenho da madeira o hieroglífo da existência,
Quem não se acanha ao achar o pôr-do-sol uma perfeição,
Quem se desata em sorriso a visão de uma cascata,
Quem leva a sério os transatlânticos que passam,
Quem visita sozinho os lugares onde já foi feliz ou infeliz,
Quem de repente liberta os pássaros do viveiro,
Quem sente pena da pessoa amada e não sabe explicar o motivo,
Quem julga adivinhar os pensamentos do cavalo,
" Todos eles são presidiários da ternura e andarão por toda a parte acorrentados, atados aos pequenos amores da armadilha terrestre."
Autor:
Paulo Mendes Campos
Posted by
Lidia Machado Pereira
at
18:51:00
0
comments
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Era uma vez...
Fábulas de Esopo
Um dia os camundongos se reuniram para decidir a melhor maneira de lutar contra o inimigo comum, o gato. Discutiram horas seguidas, sem encontrar um bom plano.
Afinal, um ratinho pediu a palavra e falou:
- Sabemos que o grande perigo é quando o gato se aproxima tão mansamente que não percebemos sua presença. Proponho que se coloque um guizo no pescoço do gato. Graças ao barulho do guizo, saberemos da aproximação do gato, e teremos tempo para fugir.
Todos aplaudiram a idéia brilhante. Mas um ratinho mais experimentado pediu também a palavra e disse:
- A idéia é muito boa. Mas quem vai pendurar o guizo no pescoço do gato?
"É mais fácil falar do que fazer."
O Pescador e o Peixinho
Um pescador estava pescando e;depois de horas de pescaria ,só consegiu apanhar
um peixe muito pequeno .O peixinho lhe disse:
- Poupe minha vida e jogue-me de novo no mar.
Dentro de pouco tempo,estarei crescido e você poderá pescar um peixe grande!
O pescador respondeu:
-Eu seria um bobo se te soltasse por uma pescaria incerta...
"Mas vale a certeza de hoje do que a incerteza de amanhã"
Um dia os camundongos se reuniram para decidir a melhor maneira de lutar contra o inimigo comum, o gato. Discutiram horas seguidas, sem encontrar um bom plano.
Afinal, um ratinho pediu a palavra e falou:
- Sabemos que o grande perigo é quando o gato se aproxima tão mansamente que não percebemos sua presença. Proponho que se coloque um guizo no pescoço do gato. Graças ao barulho do guizo, saberemos da aproximação do gato, e teremos tempo para fugir.
Todos aplaudiram a idéia brilhante. Mas um ratinho mais experimentado pediu também a palavra e disse:
- A idéia é muito boa. Mas quem vai pendurar o guizo no pescoço do gato?
"É mais fácil falar do que fazer."
O Pescador e o Peixinho
Um pescador estava pescando e;depois de horas de pescaria ,só consegiu apanhar
um peixe muito pequeno .O peixinho lhe disse:
- Poupe minha vida e jogue-me de novo no mar.
Dentro de pouco tempo,estarei crescido e você poderá pescar um peixe grande!
O pescador respondeu:
-Eu seria um bobo se te soltasse por uma pescaria incerta...
"Mas vale a certeza de hoje do que a incerteza de amanhã"
Posted by
Lidia Machado Pereira
at
23:49:00
0
comments
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)
