1. Estimule-se fisicamente. Mova-se.
Dance, faça exercício aeróbico,
nade, jogue tênis, futebol.
Faça exercícios de lateralidade,
por exemplo, com a mão esquerda
toque sua orelha direita
e com a mão direita toque seu nariz.
Agora vice-versa e repita várias vezes
até dominá-los.
2. Tome oito copos de água.
De acordo com os especialistas,
isso não é opcional,
é obrigatório se quisermos que nosso cérebro
funcione de uma maneira ótima.
E se estamos estressados,
devemos aumentar para 16 copos de água ao dia.
90 por cento do volume de nosso cérebro está composto por água e é o principal veículo
das transmissões eletroquímicas.
3. Oxigenize-se.
Faça exercício, caminhe diariamente.
Antes de uma reunião importante ou de um trabalho
que necessite de concentração respire fundo.
Respire em 4 tempos,
segure o ar em 16 e exale em 8.
O doutor Otto Warburg,
Prêmio Nobel de Fisiología,
fez uma experiência na qual
conseguiu converter células sãs em malígnas,
através do simples procedimento de
reduzir-lhes o oxigênio.
Fique rodeado de plantas.
Sabia que uma só planta pode remover
partículas contaminadas do ar
em um espaço de 9 metros quadrados?
As plantas aumentam a ionização negativa do ar
e o carregam de oxigênio,
aumentando nossa produtividade em 10%.
Algumas plantas como as dálias
provaram ser as melhores para isso.
4. Consuma alimentos para o cérebro.
É conveniente para o cérebro que comamos
cinco porções de fruta e verduras ao dia,
sementes, alho, grãos completos, cogumelos,
azeite extra-virgem e proteínas.
O peixe literalmente proporciona
a formação de novas células nervosas.
5. Pense positivamente.
Os pensamentos negativos
geram químicos que bloqueiam a conecção
entre os neurotransmissores.
Como dizia Henry Ford:
"Se pensas que podes o que não podes,
sempre estarás com a razão".
6. Escute música barroca.
A música é a porta para terrenos interiores; chega a lugares fora de nosso alcance.
Ajuda a criatividade,
a expressão pessoal.
Facilita o aprendizado.
Um fazendeiro comprovou que
ao colocar música barroca para suas vacas,
houve um aumento na produção de leite e de glóbulos brancos.
7. Libere seu cérebro.
Se não o usarmos, o perderemos.
Jogue xadrez, resolva palavras-cruzadas,
aprenda a tocar um instrumento,
faça matemática, viaje a lugares novos,
vá a exposições de arte, leia, estude algo.
Escreva e desenhe com as duas mãos.
Abra sua mente a novas experiências
e formas de pensar.
Tudo isso faz com que o cérebro funcione melhor.
Podemos concluir
que neste chamado
"Milênio da Mente",
a única maneira de ser competitivo
e manter um equilíbrio em nossas vidas,
é alimentar o espirito e
é não trabalhar demais,
e sim trabalhar melhor.
André Vermuelen
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Os Sete Principios
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Lidia Machado Pereira
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domingo, 28 de dezembro de 2008
Caminhando
NUVEM ROSA EM CÉU DE ANIL
Delasnieve Daspet
Até decidir descansar
não sabia estar cansada!
Caminhei sempre,
não podia parar!
Meu corpo, minha mente
não aceitam a calmaria
após a tempestade!
Sempre em mim
o alerta de quem vive!
E quando vinha
não parei p'ra observar
as flores coloridas,
botões de primavera,
o verde das campinas,
o canto do passarinho,
o arco-íris após a chuva!
Estive tão soturna!
Só via flores de plástico!
E nas janelas,
pessoas sem sonhos!
Onde foi parar a sonhadora
que habita em mim?
E as flores que canto,
o amor,
amante,
os beijos,
o êxtase?!
Ah! recuso a sombra!
Mesmo que viva de lembranças,
vou sonhar de novo!
Fecho os olhos
e vejo: as folhas, as flores,
passarinhos, você!
Continuo nuvem rosa
em céu de anil!
Delasnieve Daspet
Até decidir descansar
não sabia estar cansada!
Caminhei sempre,
não podia parar!
Meu corpo, minha mente
não aceitam a calmaria
após a tempestade!
Sempre em mim
o alerta de quem vive!
E quando vinha
não parei p'ra observar
as flores coloridas,
botões de primavera,
o verde das campinas,
o canto do passarinho,
o arco-íris após a chuva!
Estive tão soturna!
Só via flores de plástico!
E nas janelas,
pessoas sem sonhos!
Onde foi parar a sonhadora
que habita em mim?
E as flores que canto,
o amor,
amante,
os beijos,
o êxtase?!
Ah! recuso a sombra!
Mesmo que viva de lembranças,
vou sonhar de novo!
Fecho os olhos
e vejo: as folhas, as flores,
passarinhos, você!
Continuo nuvem rosa
em céu de anil!
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Lidia Machado Pereira
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09:44:00
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sábado, 27 de dezembro de 2008
A Primavera
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Lidia Machado Pereira
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20:22:00
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Escrita
. Deus escreve certo por linhas tortas
. Deus dá o frio conforme a roupa
. Deus ajuda a quem cedo madruga
. Deus dá o frio conforme a roupa
. Deus ajuda a quem cedo madruga
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Lidia Machado Pereira
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22:17:00
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domingo, 19 de outubro de 2008
Um bom pensamento
"Oração e trabalho são os recursos mais poderosos na criação moral do homem."
Ruy Barbosa
Ruy Barbosa
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Lidia Machado Pereira
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21:48:00
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
A vinda do Filho do Homem
Mateus 24
Jesus disse:
- Depois daqueles dias de sofrimento, o sol ficará escuro e a lua não brilhará. As estrelas cairão do céu, e os poderes do espaço serão abalados. Então o sinal do Filho do Homem aparecerá no céu. Todos os povos da terra chorarão, e verão o Filho do Homem descendo nas nuvens, com poder e grande glória. A grande trombeta tocará, e ele mandará os seus anjos aos quatro cantos da terra. E os anjos reunirão os escolhidos de Deus de um a outro lado do mundo.
Jesus disse:
- Depois daqueles dias de sofrimento, o sol ficará escuro e a lua não brilhará. As estrelas cairão do céu, e os poderes do espaço serão abalados. Então o sinal do Filho do Homem aparecerá no céu. Todos os povos da terra chorarão, e verão o Filho do Homem descendo nas nuvens, com poder e grande glória. A grande trombeta tocará, e ele mandará os seus anjos aos quatro cantos da terra. E os anjos reunirão os escolhidos de Deus de um a outro lado do mundo.
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Lidia Machado Pereira
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23:12:00
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
Viagem de Trem
"Dia desses, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem.
A nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques. Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.
Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seu carinho, proteção, amor e afeto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar. Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso.
Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.
Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa. Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…
Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, tem a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo."
( Autor Desconhecido )
A nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques. Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.
Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seu carinho, proteção, amor e afeto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar. Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso.
Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.
Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa. Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…
Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, tem a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo."
( Autor Desconhecido )
Posted by
Lidia Machado Pereira
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