"Oração e trabalho são os recursos mais poderosos na criação moral do homem."
Ruy Barbosa
domingo, 19 de outubro de 2008
Um bom pensamento
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Lidia Machado Pereira
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21:48:00
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
A vinda do Filho do Homem
Mateus 24
Jesus disse:
- Depois daqueles dias de sofrimento, o sol ficará escuro e a lua não brilhará. As estrelas cairão do céu, e os poderes do espaço serão abalados. Então o sinal do Filho do Homem aparecerá no céu. Todos os povos da terra chorarão, e verão o Filho do Homem descendo nas nuvens, com poder e grande glória. A grande trombeta tocará, e ele mandará os seus anjos aos quatro cantos da terra. E os anjos reunirão os escolhidos de Deus de um a outro lado do mundo.
Jesus disse:
- Depois daqueles dias de sofrimento, o sol ficará escuro e a lua não brilhará. As estrelas cairão do céu, e os poderes do espaço serão abalados. Então o sinal do Filho do Homem aparecerá no céu. Todos os povos da terra chorarão, e verão o Filho do Homem descendo nas nuvens, com poder e grande glória. A grande trombeta tocará, e ele mandará os seus anjos aos quatro cantos da terra. E os anjos reunirão os escolhidos de Deus de um a outro lado do mundo.
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Lidia Machado Pereira
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23:12:00
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
Viagem de Trem
"Dia desses, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem.
A nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques. Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.
Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seu carinho, proteção, amor e afeto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar. Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso.
Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.
Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa. Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…
Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, tem a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo."
( Autor Desconhecido )
A nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques. Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.
Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seu carinho, proteção, amor e afeto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar. Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso.
Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.
Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa. Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…
Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, tem a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo."
( Autor Desconhecido )
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Lidia Machado Pereira
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domingo, 13 de julho de 2008
Suplica a Sao Luiz de Gonzaga
Suplico-vos, glorioso S. Luiz de Gonzaga, pela vossa admirável pureza, que me deis desejos de vos imitar nesta angélica virtude, vencendo todas as ocasiões de manchá-la de modo que a conserve inviolada até me unir convosco na celeste bem-aventurança, prometida aos inocentes e limpos de coração.
Pai Nosso - Ave Maria e Glória.
Pai Nosso - Ave Maria e Glória.
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Lidia Machado Pereira
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23:53:00
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
Ato de Contrição
Meu Deus, porque sois infinitamente bom e vos amo de todo o meu coração, pesa-me de vos ter ofendido, e, com o auxílio de vossa divina graça ,proponho firmemente emendar-me e nunca mais vos tornar a ofender; peço e espero o perdão das minhas culpas , pela vossa infinita misecórdia.
Amém
Amém
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Lidia Machado Pereira
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22:52:00
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sábado, 28 de junho de 2008
Um bom Pensamento
"Combater a si mesmo é a mais difícil guerra;
triunfar sobre si mesmo é a mais explêndida
vitória."
(Langon)
A felicidade não está nem longe nem perto
de nós.
Nós é que estamos longe ou perto da felicidade.
Se a procuramos longe, dela nos afastamos, e
quando a procuramos perto , dela nos aproximamos.
(A.M)
triunfar sobre si mesmo é a mais explêndida
vitória."
(Langon)
A felicidade não está nem longe nem perto
de nós.
Nós é que estamos longe ou perto da felicidade.
Se a procuramos longe, dela nos afastamos, e
quando a procuramos perto , dela nos aproximamos.
(A.M)
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Lidia Machado Pereira
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09:32:00
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segunda-feira, 23 de junho de 2008
A Vendedora e o balde de Leite
Uma vendedora de leite ia a caminho do
mercado. Na cabeça, levava um grande balde de leite.
Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia
com a venda do leite:
- Vou comprar umas galinhas.
As galinhas vão botar ovos todos os dias. Vendo os
ovos a um bom preço, com a venda dos ovos, compro um
tecido e um chapéu novo. De que cor? Azul que é a cor
que me assenta bem.
Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes vão me
admirar, e me acompanhar, e me dizer galanteios, e eu
sacudirei a cabeça...assim!
E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite
todo espalhou-se.
A vendedora de leite voltou com o balde vazio.
Moral da história:
"Não se deve contar hoje com os lucros de amanhã."
(Fábulas de Esopo)
mercado. Na cabeça, levava um grande balde de leite.
Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia
com a venda do leite:
- Vou comprar umas galinhas.
As galinhas vão botar ovos todos os dias. Vendo os
ovos a um bom preço, com a venda dos ovos, compro um
tecido e um chapéu novo. De que cor? Azul que é a cor
que me assenta bem.
Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes vão me
admirar, e me acompanhar, e me dizer galanteios, e eu
sacudirei a cabeça...assim!
E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite
todo espalhou-se.
A vendedora de leite voltou com o balde vazio.
Moral da história:
"Não se deve contar hoje com os lucros de amanhã."
(Fábulas de Esopo)
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Lidia Machado Pereira
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